Paradigmas

Paradigma

Paradigmas são modelos ou padrões estabelecidos em determinada época para resolver problemas ou necessidades. O que surge como solução, depois de um tempo, passa a ser algo que fazemos sem saber por quê. Em muitos casos, foram perpetuados com o sentimento de manter aquilo que sempre funcionou. No ambiente da igreja, também existem muitas coisas que às vezes, fazemos sem nenhum entendimento e que não passariam no teste da luz da Palavra de Deus. (Ezequiel Netto, Revista Impacto Nº74).

Agora, reflita no que é mais importante: viver uma vida íntegra de comunhão com Deus ou ficar absorto em rituais e tradições que não trazem salvação nenhuma?

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Em terra de cego quem tem olho é rei?

Há um conto de H.G Well chamado “A Terra dos Cegos”, que narra o esforço de um homem com visão normal para persuadir uma população cega de que ele possui um sentido do qual ela é destituída. Após várias tentativas, ele infelizmente fracassa e a população decide arrancar-lhe os olhos para “curá-lo” de sua suposta “ilusão”. Trazendo esse conto para nossa realidade atual, essa situação não lhe parece nada familiar?

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O Quarteto do Diabo

Introdução

No céu tudo é perfeito. Deus com amor criou milhares de anjos. Belos anjos. Criou um anjo mais bonito do que os outros. Seria um anjo especial. Esse anjo tinha grandes talentos para a música. Era o regente do coral celestial e passava seu tempo ensaiando hinos com outros anjos. Deveria ser bonita a hora do culto diário lá no céu. Uma grande orquestra com seus instrumentos e o talentoso Lúcifer dirigindo tudo.

Um dia estava passeando ao lado de um lago cristalino e olhou para dentro do lago e viu seu belo semblante refletido. E foi ali que o pecado iniciou-se. Conhecemos a história.

Houve guerra no céu e tiveram que sair dali. Vieram para esta Terra. Lúcifer com toda a experiência, talento e todo estudo da música não deixou de cantar.

Quando chegou a Terra, continuou cantando. Não mais glória a Deus, mas músicas contra Deus. Ele decidiu organizar um QUARTETO.

Vou escolher quatro elementos de talentos. Com vozes bonitas para cantar quando eu quiser, solo ou quarteto. Vai ser um sucesso!

Lúcifer organizou o quarteto e canta há milhares de anos. É um quarteto famoso. Canta em todos os idiomas do mundo. Com experiência de Lúcifer, seus cânticos se tornaram quase perfeitos. Todos precisamos conhecer esse quarteto. Não para seguir os conselhos dos cânticos deles, mas para saber quem são e como evitá-los.

O quarteto do diabo trabalho com muita energia e com muita inteligência para enganar os cristãos.

1- O primeiro Tenor

Tem uma voz bem aguda. Alcança as notas mais altas. Tem voz doce e agradável.

Todos gostam de ouvir. Canta com uma facilidade tremenda. Solta a voz sem fazer nenhum esforço. Ele se chama: “NÃO TEM PERIGO”

Ele cantou lá no jardim do Éden. Quando Eva começou a olhar para o fruto proibido, ele começou a cantar. Eva, não tem perigo, pode comer.

Esquece o que Deus disse. Não se preocupe com Deus. Não tem perigo. Pode ficar a vontade, não tem perigo. Pode comer. Eva, não tem perigo.

Cantou para o povo no tempo de Noé. Quando Deus disse que ia mandar um dilúvio, ele começou a cantar. Não tem perigo, isso nunca vai acontecer. Vocês nem sabem o que é chuva. É bobagem! Não tem perigo. Ele ainda canta e faz grande sucesso ainda hoje.

Canta para crianças, jovens, para as pessoas de meia idade e para os idosos. Canta para os membros da igreja. E sempre afirma que não tem perigo. Você pode fazer isto ou aquilo, que não tem perigo.

Você sabe que o primeiro tenor é mentiroso. Seu regente é o pai da mentira. Seu cântico é uma canção de engano. Muitos só vão descobrir mais tarde.

Eva descobriu tarde demais. Os antediluvianos também. Muitos hoje também irão descobrir tarde demais.

Deus diz que tem perigo, sim. Tudo aquilo que semeamos, vamos colher. Tem perigo, sim!

2- O segundo Tenor

Ele canta muito bem. Sua voz serve muito bem para a melodia. Ele canta solos maravilhosos. Seu cântico é agradável para muitas pessoas. Ele se chama: “SOMENTE MAIS UMA VEZ”

Muitos dizem: Vou fazer isto só mais uma vez, depois vou parar. Somente uma vez mais e depois vou deixar esta coisa. Quanta desgraça, porque alguém escutou a voz desse cantor. Somente mais uma vez pode causar a formação de um hábito que será difícil quebrá-lo.

Quando Jesus encontrou aquela mulher caída no pecado, não disse a ela: “Pode continuar um pouco mais no seu pecado e depois deixa-lo”.

Não foi isso que ele falou. Ele disse: “Vai, e não peques mais.” Ele nunca disse: “Faça isso somente mais uma vez”.

Cuidado com esse cantor. Ele tem arruinado a vida de muitas pessoas.

3- O Barítono

Ele tem uma voz grave. Muito agradável. Ele engana muitas pessoas com sua voz. Seu nome é: “TODOS ESTÃO FAZENDO”

Eu sei que isto não é muito certo…Mas todos estão fazendo. Eu sei que não deveria andar neste caminho, mas olha quantos outros estão andando nele.

Uma criança quando faz alguma coisa errada e o pai corrigi, imediatamente para justificar-se, diz: Mas, o meu irmão também faz.

Quando sabemos que estamos fazendo alguma coisa errada, e sabemos que outros também estão fazendo o mesmo, parece que nos sentimos mais tranqüilos.

Como nos sentimos bem quando descobrimos alguém que tem os mesmos defeitos que nós temos.! É tão fácil ver os defeitos de outras pessoas, mas é difícil enxergar os nossos próprios defeitos. Todos estão fazendo. Mas não existe nenhum pecado que todos fazem.

Não podemos julgar: uma família por um de seus membros; uma nação por um cidadão; um colégio pelo comportamento de um  aluno; nem uma igreja pela atitude de um membro.

Nem todos fazem. O hino deste barítono é um cântico mentiroso.

4- O Baixo do Quarteto.

Apreciamos ouvir um “baixo” bem profundo. Aquele que alcança as notas mais graves. Um quarteto que não tem um baixo bem profundo parece que falta alguma coisa. O baixo do quarteto do diabo é maravilhoso. Canta tão bem que todos gostam de ouvi-lo. Ele se chama: “AMANHÔ 

Agora não, mais tarde…

Diz-se que o diabo reuniu os anjos num concílio e perguntou: Qual é o melhor argumento que podemos usar para que as pessoas não aceitem a Jesus?O argumento que ganhou foi: Deixe para amanhã.

Você já viu na loja a placa: “Fiado só amanhã”. Por que só amanhã? Porque amanhã nunca vem. E muitos estão encantados com o cântico do baixo.

Aquilo que você precisava fazer e “deixou para amanhã”, dificilmente se conclui. Todos nós temos um pouco dessa mania de “deixar para mais tarde”.

Amanhã pode ser muito tarde. Hoje é o dia da salvação.

Conclusão

Esses cantores cantam solo, dueto, trio e às vezes, cantam juntos.

O 1º Tenor: Não há perigo.

O 2º Tenor: Somente mais uma vez…

O Barítono: Todos estão fazendo!

O Baixo: Amanhã

Não ouça o quarteto do diabo. Ele canta constantemente. Você não pode ouvi-lo. Aquele que ouvir, se perderá.

Não existe o “quase cristão”. Quase salvo é completamente perdido.

Quase chegar ao destino quer dizer: não chegar.

Quase chegar ao céu quer dizer: ser destruído.

Precisamos ouvir a voz de Deus.

Ilustração

 Anos atrás na Grã-Bretanha, um navio fez sua primeira viagem ao redor do mundo. Marinheiros e passageiros ficaram muito tempo longe de suas casas.

Então chegou o dia da volta do navio. A cidade estava em festa. Todos esperavam ansiosos.

A família de um marinheiro resolveu esperar em casa a chegada do pai. Todos estavam prontos para recebê-lo.

No porto, tudo estava pronto também. Todos esperavam. Os olhos em direção ao horizonte. De repente chega uma notícia. “O navio naufragou. Todos morreram. Houve uma explosão em alto mar, não muito longe dali”.

Chegou a hora de avisar aquela família que esperava em casa. Chamaram o pastor. Com o coração pesado foi até lá. Tocou a companhia. Todos achavam que era o pai.

Abriram a porta e viram os pastor. Disseram que estavam em festa.

O pastor disse: Papai não vai chegar, nem hoje, nem amanhã. Nem nunca mais.

O navio afundou, ele está morto. A esposa chorando disse: “Tão perto do lar, tão perto do lar e mesmo assim perdido”.

Muitos chegarão bem perto do lar e mesmo assim se perderão, porque ouviram a voz do inimigo.

Deixe de lado a voz do diabo. Ouça sempre a voz de Deus.

(Desconheço o autor)

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Deus não é evangélico!

O termo evangélico tem suas raízes etimológicas na palavra grega “Evangelho” ou “Boa Notícia” – (evangelion). Nesse sentido, ser evangélico significa ser aquele que crê no Evangelho, que é a mensagem de Jesus Cristo.

Durante um bom período histórico, o termo “evangélico” foi usado para referir-se a tudo o que concerne ao Evangelho de Jesus. Principalmente após a Reforma Protestante, esse termo passou a ser usado de uma maneira crescente pelas denominações que surgiram posteriormente, e então identificavam os membros de tais denominações como “evangélicos”.

Ser evangélico, no sentido real da palavra, era crer e obedecer ao Evangelho de Jesus. Porém, atualmente, em virtude da apostasia (desvio da fé) generalizada nestes tempos finais, o termo “evangélico” foi banalizado à uma outra concepção na mentalidade das pessoas. Em função disso, o termo “evangélico” perdeu seu significado real e sentido original na compreensão geral.

Hoje o termo está identificado com aqueles que salientam um determinada marca da política, uma abordagem moralista e frequentemente legalista da vida, e um certo tipo de imitação “cafona” do estilo de vida do “popstar gospel”, seja ele um pregador famoso ou cantor e artista. Para alguns o termo compreende um emocionalismo exagerado que eles vêem nos canais religiosos, ou ainda “algo” ligado a “dar muito dinheiro para a igreja”. Para outros ainda o termo compreende hipocrisia, falsidade e justiça própria.

Os “evangélicos” de hoje, refletidos na cultura e sociedade mais ampla, estão intimidados por um deus que não é Deus! Louvar ao deus de uma experiência pessoal, ou o deus de preferência pessoal ou denominacional é louvar um ídolo. E então a fé se torna um reflexo do mercado de consumo. É uma fé para o consumo  rotulado “gospel” e não uma fé para a transformação da vida. Neste caso ser “evangélico” é cultuar um ídolo e não o Deus da Bíblia, tornando-se um produto  desassociado da história da Igreja e do propósito divino. Neste ponto Deus deixa de ser “evangélico”, pois ele está distante de tudo isso que “hoje” chamam de “evangélico”!

Autor: Bruno dos Santos

(Extraído de: http://www.guiame.com.br/v4/blog_bruno/76215-1608-Deus-n-o-quot-evang-lico-quot-.html)

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Só no ano que vem…

Pensou bobagem? Errou. O tema é sério. Sabe aquilo que você pretendia buscar e ainda não alcançou? Agora… só ano que vem. Quer fazer um esforço concentrado e tentar resolver seus problemas burocráticos? Só ano que vem. Precisa de ajuda da justiça? Só ano que vem, depois das férias forenses. Quer receber de quem te deve? Só ano que vem… Pagar aquela dívida? Só ano que vem depois que quem te deve honrar seu compromisso. A grana está escassa, queria pedir um aumento pro chefe? – Só? Ano que vem!(será a resposta do patrão) Que tal arrumar um emprego melhor? Só ano que vem, bem depois do carnaval. Tomar providências e sair desse círculo vicioso, voltando a estudar? Matrícula, você sabe, só pro ano que vem. Tá pensando em partir pra um regime alimentar drástico, ainda sonhando em entrar o verão tinindo? Pode começar (nas festas?), mas resultado que é bom mesmo, só (no meio do) ano que vem! Tá pensando em chutar o balde, tomar tenência e brigar com a namorada/amante/mulher? (Passar as festas sozinho é roubada!!!!) Deixa pro…ano que vem. Tinha a intenção de se mudar ou reformar o apartamento? Espere a alta temporada passar. Só ano que vem! Precisa tomar providências de rotina para acompanhamento da sua saúde? Otimista! Pode até marcar as consultas agora, mas atendimento que é bom… Só ano que vem, provavelmente depois das águas de março. Quer mais segurança para sua família, amigos, vizinhos? Só ano que vem (isso é lenda, claro, mas a esperança é a última que se despede da temporada) Pretende lutar contra a corrupção e a roubalheira que assolam o governo? Só ano que vem? (É o que eles querem, mas a gente não deixa de fiscalizar, denunciar e cobrar. Se faz efeito, são outros quinhentos) Educação decente? Só… deixa pra lá. Melhorar a qualidade da política nacional? (Para isso, vote direito!) Só nas eleições, ano que vem. Transparência, decência e ética? Só ano que vem poderemos continuar mudando essa bandalheira, dependendo do resultado das urnas. Por que com o que está aí, é im-pos-sí-vel. Não haverá cadeia pra tanto delinquente! Mas não se estresse, nem se desgaste mais que o necessário. É tempo de passagem, CARPE DIEM! Que as mazelas que não conseguimos superar e os problemas sem solução não consumam inutilmente nossas boas energias neste período. A partir de hoje e nas próximas semanas preocupe-se apenas em ser feliz. Distribua sua alegria entre os que lhe querem bem e dê para quem precisa aquilo que todo mundo pode ? e deve – esbanjar em qualquer época da vida: amor, solidariedade e amizade.

(Texto de Valéria del Cueto)

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O Encontro (Jr. Vargas)

Não te conhecia, mas de você já sentia saudade.
Queria vê-la, tê-la em meus braços, essa era minha vontade.

Imaginava-me ao seu lado, feliz, realizado.
Um homem completo com a mais linda e maravilhosa mulher.

Queria tanto tocar em suas mãos, sentir sua pele, sua
maciez, seu cheiro, e contar ao mundo inteiro o amor que nos une.

Um homem e uma mulher quando Deus os aproxima.
Quando os tira de mundos tão distantes e diferentes,
Os atrai, cria um clima, faz nascer dentro deles uma
única emoção que mexe com os corações e as mentes.

Assim somos eu e você.
O Pai do céu permitiu que eu a visse e jamais
desistisse de tê-la para sempre.

Tive a certeza de que era você.
Era você quem eu esperava.

Tantos anos aguardando a minha bênção chegar.
Muitas lágrimas, orações e clamores diante do altar.

Finalmente eu conhecia o meu amor.
Olhava como se já a conhecesse de longos anos.
Quantos sonhos, quantos planos!
Queria tanto te falar o que sentia.
Abrir meu coração e revelar toda interna euforia.

Contive-me. Segurei o quanto pude.
Procurei disfarçar e esconder.
Senti medo. Medo de você não me corresponder.
De amar e não ser amado e a sofrer ser condenado.

Foi quando fechava meus olhos me esquivando,
Que vi você me olhando.

O tempo parece que parou.
O universo criado para nós se revelou.

Estendi minha mão e a você eu toquei.
Sua pele na minha pele.
Sua mão na minha mão.
Jamais esquecerei essa sensação.

Houve um encaixe perfeito.
Um para o outro feito.

Aguardando apenas o momento do encontro.
A hora em que a celestial conspiração declarasse
pronto.

Chegou o tempo certo. De mais perto, lado a lado
caminharmos.
De realizarmos o que esteve sempre nos sonhos meus,
Vivermos um para o outro e ambos para a glória de Deus.

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Crendo sem ter (muita) Fé

“Imediatamente o pai do menino clamou: Eu creio! Ajuda-me na minha incredulidade.” – Marcos 9:24 A frase de fé mais sincera do mundo – é o que essa frase representa para mim. O pai desse menino da história bíblia teve sua fé colocada à prova. Ele pede a Jesus que, se puder, cure seu filho, que sofre convulsões há muito tempo. Jesus então diz a famosa frase que muitos usam sem ler o contexto: “Tudo é possível ao que crê.”

Imagino o que está se passando na cabeça desse pai nesse momento: “Bem, eu não sei ao certo se Ele pode curá-lo. Ele é Jesus, é claro que pode curá-lo! Eu já o vi curando muitas pessoas, porque não meu filho? Mas são tantos anos, tantas tentativas em vão de vê-lo curado, será que vai dar certo? Bem, ele me disse que tudo é possível àquele que crê…” Então ele diz: “Eu creio! Me ajude com minha falta de fé”. É como se ele estivesse dizendo: “Jesus, eu vi você fazendo isso antes, e eu quero crer que isso é possível, mas não sei se consigo suportar mais uma decepção, mais uma falsa esperança. Eu creio no seu poder, mas me ajude com a minha incredulidade!”

Muitos tentam ser super-heróis do cristianismo, achando que tem que acreditar que tudo será perfeito em sua vida. Se um problema surgir, é só crer, porque “tudo é possível” ao que crê.

Por muitos anos eu tentei viver assim, mas a cada milagre não ocorrido, a cada pessoa que morria, eu me sentia culpada, me sentia menos cristã, achava que talvez nem para o céu eu iria, porque não tinha fé suficiente para mudar os problemas da minha vida.

Quando li esse versículo atentamente vi que Jesus não requer uma fé de super-herói, Ele não quer que creiamos sem termos fé, Ele quer passos de fé. Ele quer que creiamos nele, mesmo que estejamos inseguros. Pode ser que os milagres aconteçam ou não, mas a graça dele sempre estará conosco.

A vida cristã não é isenta de problemas, mas Ele está conosco – e Ele venceu o mundo.

Créditos: Daniela Nogueira (via http://trintaetresdc.blogspot.com)

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